Autor: Carolina Lôbo de Almeida Barros
Email: carolina@nutricaoemfoco.com.br
Data de publicação: 05 de maio de 2010
O nome ’pipoca’ vem do tupi (pi significa ’couro’ e poca significa ’estourar’). Em outros países, poucas pessoas conhecem o alimento, que muitas vezes é comercializado apenas em pequenas escalas para serem vendidas principalmente nos cinemas.
A pipoca é uma preparação feita a partir do milho, cuja umidade interna é convertida em vapor quando o grão é aquecido, provocando aquele ’estouro’. 
O milho utilizado para fazer pipoca é de uma variedade especial, com espigas menores que as comuns. Os grãos podem aparecer de várias formas e suas cores podem variar desde o amarelo até o rosa ou roxo.
Por ser originado a partir do milho, a pipoca contém principalmente fibras e carboidratos complexos. É importante lembrar que, para fazer a pipoca, é ideal utilizar pouca quantidade de gordura para não torná-la tão calórica. Além disso, o sal deve ser usado com moderação, já que sua alta ingestão pode aumentar a pressão arterial e elevar os riscos de doenças do coração.
Com a imensa variedade de opções que o mercado oferece nos dias atuais, as pipocas podem ser feitas de várias formas e possuem vários sabores. Além da tradicional pipoca feita na panela e aquela feita no microondas, existe também uma pipoca feita em um equipamento específico para este fim, chamado pipocador. As pipocas também possuem sabor dos mais variados, como bacon, manteiga, queijo e até chocolate.